Eu gostaria de ter sido uma feminista, daquelas bem fervorosas e engajadas, conhecedoras de toda história do movimento e completamente frígidas.Infelizmente não sou nada disso, mas me incomodo muito com certas atitudes dos homens e das próprias mulheres.
Acho que deveria existir o movimento anti-vagabunda, mesmo indo contra todo aquele bla bla bla de livre arbítrio e o caralho. Tudo bem, a mulher pode ser a maior vadia se quiser, mas isso é tão desprezível. O engraçado é que parece que as pessoas se acostumaram com essa fuckery... então porque as garotas de programa são condenadas socialmente?
Poxa, elas estão lá trabalhando! Vagaba é vagaba por tesão individual, realização pessoal... Que coisa mais feia. Quer passar numa matéria na faculdade na qual você vai pegar DP com certeza? Põe um decotão, uma saia enfiada no rabo... se o professor tiver a cabeça do pau maior que o cérebro, possivelmente pode funcionar.
E aquela vaga concorridíssima na empresa? Dá-lhe sofá!
E o bonitão da bala chita que todo mundo quer pegar (inclusive suas amigas)? Mete a espanhola!
É fácil, e é por essas razões e outras que mulheres menos dadas - como eu e algumas das minhas leitoras/amigas - sofremos com homens que se acham no direito de mexerem com a gente na rua, mesmo se nós estivermos de burca, ou então sugerir algo a mais quando, na verdade, a situação tá mais pra menos.
Mas quer saber?
FODA-SE!
De que adianta queimar sutiã se vagina é vagina e buceta é buceta desde o início dos tempos? Amor e sexo sempre vão existir, em conjunto ou não... Cada um sabe como usá-los. O negócio só complica se os usarem de maneira que me afete... aí já são outros 500.
Não uso nada além do meu cérebro pra me promover, mas se você gosta de mostrar o cu e tremer a teta, o azar é só seu e de quem te come, que já deveria ter sido extinto há tempos, segundo o darwinismo!
(Fica aí o meu manifesto)





