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domingo, 4 de janeiro de 2009

Uma questão de pau (ou não)

Eu gostaria de ter sido uma feminista, daquelas bem fervorosas e engajadas, conhecedoras de toda história do movimento e completamente frígidas.

Infelizmente não sou nada disso, mas me incomodo muito com certas atitudes dos homens e das próprias mulheres.

Acho que deveria existir o movimento anti-vagabunda, mesmo indo contra todo aquele bla bla bla de livre arbítrio e o caralho. Tudo bem, a mulher pode ser a maior vadia se quiser, mas isso é tão desprezível. O engraçado é que parece que as pessoas se acostumaram com essa fuckery... então porque as garotas de programa são condenadas socialmente?

Poxa, elas estão lá trabalhando! Vagaba é vagaba por tesão individual, realização pessoal... Que coisa mais feia. Quer passar numa matéria na faculdade na qual você vai pegar DP com certeza? Põe um decotão, uma saia enfiada no rabo... se o professor tiver a cabeça do pau maior que o cérebro, possivelmente pode funcionar.
E aquela vaga concorridíssima na empresa? Dá-lhe sofá!
E o bonitão da bala chita que todo mundo quer pegar (inclusive suas amigas)? Mete a espanhola!

É fácil, e é por essas razões e outras que mulheres menos dadas - como eu e algumas das minhas leitoras/amigas - sofremos com homens que se acham no direito de mexerem com a gente na rua, mesmo se nós estivermos de burca, ou então sugerir algo a mais quando, na verdade, a situação tá mais pra menos.

Mas quer saber?
FODA-SE!
De que adianta queimar sutiã se vagina é vagina e buceta é buceta desde o início dos tempos? Amor e sexo sempre vão existir, em conjunto ou não... Cada um sabe como usá-los. O negócio só complica se os usarem de maneira que me afete... aí já são outros 500.
Não uso nada além do meu cérebro pra me promover, mas se você gosta de mostrar o cu e tremer a teta, o azar é só seu e de quem te come, que já deveria ter sido extinto há tempos, segundo o darwinismo!

(Fica aí o meu manifesto)

sábado, 3 de janeiro de 2009

Ano novo...

... vida nova? Por que?!

Não acredito que a mudança do número do calendário vai me influenciar diretamente. As mudanças são intrínsecas ao ser humano, não à uma contagem ideológica.

Temos o Ano Novo Chinês, o Rosh Hashaná dos judeus e ainda assim achamos que nosso overrated 31 de dezembro de qualquer ano vai mudar alguma coisa na nossa vida.

Faz tempo que deixei de fazer promessas para o ano que está por vir, já que posso substituí-lo por uma segunda-feira, uma quarta-feira, fevereiro, abril...

Na verdade, o que queremos é uma desculpa para agirmos como bem entendemos, para emagrecermos, arrumarmos marido, passar no vestibular, visitar os pais, o que acaba tornando-se estupidez, já que para tanto, precisamos apenas do advento da vontade.

Talvez - e isso é minha conclusão pessoal - criamos desculpas porque, no fundo, não queremos fazer nada disso, e por isso nos forçamos.

Não é a virada do ano que vai fazer milagres por nós.

Uma pena.

De qualquer maneira, se ano novo é vida nova, prefiro estar no ano velho.


P.S: Não fumo.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Infecção vital

Não posso pedir que o mundo gire em torno de mim, mas tenho, de fato, muitas órbitas e talvez peque pelo excesso de zelo.

Em momentos como esse que tenho vontade de sair do meu corpo e esquecer de tudo que me rodeia. Esse antibiótico poderia matar, além das bactérias, essa vontade de fazer crescer a felicidade, pois ela não é nada além de uma coleira de cavalo: o olhar para frente e o resto de lado, quando muito.

Contudo, logo esqueço minha raiva. Não pelos outros, mas por mim mesma.
Hoje eu estava com o rim inflamado e ardendo em febre - aliás, ainda estou - mas consegui ajudar uma pessoa a se sentir melhor e a se superar.

Não fiz porque era meu dever ou para cumprir pauta, já que não devo achar que mando ou desmando nas vontades alheias. Fiz porque eu sabia que eu poderia ajudar.

Também superei alguma coisa hoje: minha satisfação individual está me fazendo esquecer, não a dor, tampouco a febre e os calafrios, mas a solidão, essa sim purulenta e estragada.

O quarto está vazio, entretanto, minha alma está completa e por isso durmo tão bem.

domingo, 28 de setembro de 2008

Crônica no Saiba +

Já faz um tempo que minha crônica saiu no Jornal Saiba +, que serve de laboratório para os alunos que estão cursando Jornalismo Impresso aplicado.
Fiquei satisfeita, já que o professor não fez nenhuma crítica negativa ao meu texto (apesar de ter falado que faltava um pouco pra chegar num nível Saramago, mas convenhamos, né?!)

Aí vai:

Fim de uma era?

Mariana Linhares

Existem personalidades que conhecemos bem antes de nos reconhecermos por gente. Parece até que já nascemos sabendo quem é Dercy Gonçalves, Pedro de Lara, Waldick Soriano e, por essa razão, parecia que eles continuariam vivos por toda eternidade, ou pelo menos por nossa eternidade individual.

Eis que a realidade não abrange o campo da imortalidade e nesse ano essas três figuras tornaram-se página virada da História. Para alguns, eles talvez tenham sido apenas personagens cafonas da mídia, mas escondiam por trás do humor escrachado uma rica base artística de teatro, cinema e música, além de histórias de vida ímpares.

Parecia que a Dercy Gonçalves já tinha nascido bem velhinha, falando palavrões pelos cotovelos e banhada em blush, sombra e carmim, todos de cores fortes combinando com a roupa exagerada e cheia de acessórios. Mero engano. A mulher de vida sofrida, abandonada pela mãe quando criança, que chegou até a ser violentada quando moça, foi uma das maiores estrelas do teatro de improviso e cabaret.

Já Pedro de Lara, o eterno jurado mau-humorado do Show de Calouros do Silvio Santos, que sempre levava consigo um ramalhete de lírios debaixo dos braços, atuou no rádio antes da fama e chegou até a escrever um livro com temas controversos e polêmicos, seus favoritos.

Waldick Soriano não era cachorro, não mesmo, entretanto, teve uma vida difícil até conquistar a fama como cantor: engraxou sapatos e foi lavrador e garimpeiro, além de lançar-se à mercê da sorte ao sair da Bahia rumo a São Paulo em busca de uma vida melhor.

Do teatro de improviso, passando por buquês de lírios e graxa no sapato, chegamos à uma atualidade de celebridades momentâneas, não necessariamente abençoadas com o advento do talento ou alguma experiência relevante no universo artístico. Novas personalidades são colhidas da árvore de reality shows ou concursos de beleza, com prazo de validade tão longo quanto o de uma fruta madura.

Não há jargões ou características próprias que marquem essa nova geração. É como se vivessem na sombra de “Alô, Terezinha” e bacalhau voando pela platéia, perdidos na incapacidade de criar algo inovador que pudesse tornar-se o símbolo presente na memória dos indivíduos desde sempre, como fizeram grandes nomes do passado.
Soa como o fim anunciado de uma era, ecoando o fato de estarmos perdendo personalidades notórias de longa data enquanto personagens descartáveis ajudam a preencher o espaço que está se esvaziando lentamente.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Teto de vidro

A percepção de que algo está mudando é sempre estranha e, até mesmo, assustadora, mas inevitável. Estou passando por um processo de mudança e pela primeira vez, não estou com medo do que está por vir.
Me sinto muito velha para alguns tipos de coisas que antes pareciam "encaixáveis" no meu dia-a-dia. Não tenho mais disposição para intriguinhas, chiliques ou charminhos e estou cansada de pessoas intocáveis e não-criticáveis... Porra, não dá pra viver debaixo do teto de vidro enquanto se atira pedras para todos os outros lados sem ao menos assumir a sua hipocrisia, faça-me o favor!
Acredito da tolerância acima de tudo e sei o meu limite do bom senso. Não sou do tipo que critica sem base ou gratuitamente e muitas vezes deixo de falar integralmente o que estou pensando porque sei que posso magoar alguém.
O que mais me irrita é quando o outro lado se recusa a aceitar uma opinião pelo simples fato de não vir de acordo com sua crença, credo, caralho ou o que seja e, pior ainda, age com desdém.
Não precisei ser criada dentro de uma igreja, templo, pedra de meditação para aprender a respeitar, tolerar, amar, ajudar e ter senso crítico.
Estou ficando velha, mas ainda tenho esperança de mudar o mundo.

sábado, 16 de agosto de 2008

Madrugada

Esse texto eu escrevi há algum tempo :)

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Se eu me deito e fecho os olhos perdida entre pernas, braços e lençóis, a madrugada já se passou enquanto eu mal despertei. Na boca, o gosto do final da noite logo esvaece ao passo que minha cabeça se pousa sobre seu peito de maneira tal que a distância entre minha razão e seu coração parece criar a conexão perfeita entre o que eu imagino que você possa estar sentindo.

Não durmo. O movimento da respiração faz com que meus pensamentos flutuem ao som constante das batidas do seu coração.

Ele é baterista, logo percebo pela ritmia com a qual seu sangue pulsa para o resto do corpo. Cada batida ecoa para dentro de mim e penetra por minhas veias e artérias, passando pelos vãos dos meus músculos até chegarem, por final, no meu coração. Ele está no meu coração.
A sua respiração fica pesada, sinal de sono intenso, e seu ritmo diminui. Percebo, então, que ele descansa dentro de mim.

Se ele me deita em seu leito e faz com que eu me perca nos meus próprios pensamentos apenas com o movimento dos seus dedos por entre meus cabelos desalinhados, tenho certeza da minha vulnerabilidade para amar.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Terceiro Devaneio

Acordei. Agora entendo que para sonhar não é necessário dormir de olhos tão fechados, mas mantê-los abertos para os sinais que a minha confusão me enviava.

Minha preocupação já não gira em torno da cor do meu vestido, a cor da sombra dos olhos, como deveria me portar ou a que horas o telefone tocaria. Eu já não acho mais que deveria estar num filme para encontrar a felicidade, pois esta se encontra nos dedos alheios que deslizam os longos fios de cabelo e retornam com toques delicados na nuca, na mão que envolve os ombros nus para que não sentisse mais frio e lhe oferecesse proteção de maneira indireta.

O encontro dos lábios, dentes, língua e saliva já não são a causa dos meus tormentos, pois minha mente se deu ao trabalho de se ocupar com pensamentos de leveza tal que me fizeram esquecer como sofrer é o sadismo do amor.

Se apaixonar como o estado de um nirvana é isso. Todos os meus poros respiram o alívio de dois corpos que se amam, e inspiram o calor exalado pela vontade de ser e estar. Mãos, pernas e corpos se perdem na imensidão do quarto escuro, sem previsão para um reencontro.

A sensação é intrigante, provavelmente inexplicável aos sentidos humanos como um ataque surreal à uma existência estóica.

Il est mon bonheur

sábado, 12 de julho de 2008

La fatigue

Tudo é silogismo, portanto, tudo se justifica por algum meio, seja ele verdadeiro ou não.

Hoje eu acordei com a casa vazia, fiz minhas coisas e continuei sozinha. O telefone tocou 3 vezes: uma vez meu irmão, outra minha mãe e outra a Bruna, mas a casa continuou vazia.

Toquei violão, cantei e depois fiz tranças no meu cabelo. Ninguém apareceu.
Jantei, assisti a uma entrevista com Wagner Moura e depois um filme de terror trash dos anos 80. Sozinha.

Vim olhar o celular atrás de chamadas perdidas, mas a única perdida aqui sou eu.
Passei por todos os nomes da agenda do celular e não achei ninguém para telefonar ou que me telefonasse.

É claro que o problema não está nas pessoas. Todas estão vivendo com suas casas cheias de gente, telefones que tocam de tempos em tempos e violões que não tocam sozinhos.

Talvez se eu não fosse exigente ou fizesse tanta questão que os outros se adaptem à mim, quando na verdade, eu mesma não sei me adaptar a ninguém e me contento em ser diferente de todo mundo.

Fica o desafio: Encontre um silogismo pra isso.

Zut!!!!

domingo, 6 de julho de 2008

Reflechissez - II

As manhãs de segunda-feira sempre foram as piores de todas. As olheiras e os músculos que teimavam em não relaxar em prontidão para mais uma semana.

Minhas manhãs se estendiam a um dia inteiro e entre diálogos soltos em lugares aleatórios sem razão mas, um dia, as frases se encontraram, e eu comecei a me perder.

É o preço que se paga por deitar-se no leito de sensibilidade. Nunca precisei pronunciar um verbo que fosse para que muitos conseguissem interpretar a linguagem corporal das minhas tardes de segunda, terça, quarta ou quinta-feira.

Me vi envolvida em surpresa e, por não lembrar mais do afago sutil de ser surpreendida, me deixei levar por pensamentos cordiais, desprovidos de qualquer racionalidade, e me desprendi da responsabilidade de ser quem eu pretendia.

É juvenil e falível, eu estou ciente, mas despertou em mim a vontade de sentir. Eu precisava me apaixonar e sofrer, e depois me apaixonar de novo para poder sofrer mais, porque assim eu perderia aquele sentimento mecânico de simplesmente estar.
Paixão em sentido lato, não apenas por alguém, mas numa amplitude que eu não poderia simplesmente descrever para reforçar com palavras.

De repente, as manhãs de segunda-feira não eram tão ruins assim, uma vez que eu estava acordando e sorrindo, mesmo se no domingo eu adormecesse chorando.


Je suis mon demain

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Besteira consertada :)

sábado, 5 de julho de 2008

Esqueci!

Fiquei com o texto na cabeça e esqueci de publicar!

Ontem, em meio à febres e chateações, fui dormir. Hoje quando acordei, o Rafa tinha me deixado um textinho no msn :)

"Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo. Os homens não querem alcançar essas boas porque têm medo de cair e se machucar.

Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de conseguir.

Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, eles estão errados. Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore."



É.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Reflechissez

Um dia a gente acorda, se olha no espelho e os cabelos continuam iguais, os olhos estão inchados, mas continuam os mesmos, o vermelho das bochechas ainda estão iguais a ontem.

Então o dia passa e tudo muda, dentro da sua própria banalidade. Numa explosão silenciosa, tudo o que até então era certo e convicto se perde na incerteza de ser, como o inesperado costuma se manifestar.
A rotina é mutante de pouco a pouco, não costuma transparecer qualquer mudança, para que nós não nos desesperemos em busca do resgate de alguma sensação passada. A qualquer hora, tudo o que estava nas nossas mãos escapa por entre os dedos e escorre a fio para um canto qualquer, sem destino certo.

Algum dia desses vou escapar através dos meus próprios dedos, pois já desapareci. Me olho no espelho e não vejo os mesmos cabelos, o castanho dos olhos ou as bochechas coradas. Na nostalgia da rotina espero outra explosão, para que eu possa voltar a me reconhecer sem culpa alguma.

Pensez pas à demain

Coisas que só mulher consegue

Achei esse textinho pela internet.

Coisas que só mulher consegue. Grifei os que eu gostei e mais me identifiquei!
  • Passar a vida inteira lutando contra o próprio cabelo.
  • Comprar uma blusa que não combina com nada, só porque o preço estava irresistível.
  • Ser tratada feito idiota pelo mecânico da oficina.
  • Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
  • Reconhecer o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.
  • Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade,crise de nervos,TPM,etc.
  • Ser mãe-solteira,mãe-casada,mãe-separada,mãe do marido,namorada.
  • Depilar a perna de 15 em 15 dias, com cera QUENTE!
  • Rasgar a meia na entrada da festa e fingir que ta tudo bem.
  • Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está usando um batom novo.
  • Chorar no banheiro, se olhando no espelho para ver qual é o melhor ângulo.
  • Achar que seu relacionamento acabou e depois descobrir que era tudo TPM.
  • Nunca saber se é pra dividir a conta ou se é pra ficar meiguinha.
  • Ficar completamente feliz porque ele ligou.
  • Dizer não, só pra ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!
  • Sorrir gentilmente para o chefe, enquanto uma cólica tortura-a como se fosse uma bazuca

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Crônica

Eu escrevi essa crônica para um jornal em edição especial de dia dos namorados. Foi um tormento porque todas as meninas do jornal estavam namorando na época e estavam empolgadíssimas com o projeto, enquanto eu, às traças e comprando presentes para mim mesma, no pior dos humores e nada animada com os desenhos de coração.

Além disso, minha inspiração para escrever essa crônica estava bem aguçada.

Feliz dia dos ex-namorados

Dia dos namorados nem sempre é apenas bombons em caixas de coração e algodões doces cor-de-rosa. Quando tudo parece estar lindo e confortável em lençóis coloridos, eis que aparece a figura mais dispensável do 12 de junho: a ex-namorada.

Ela não precisa ter um nariz comprido com uma verruga de enfeite, um cabelo tão crespo quanto uma esponja de aço esquecida em baixo da pia ou usar uma vassoura como meio de transporte principal. Ela não precisa estar presente e muito menos que você a conheça para que sua inconveniência beire o ridículo.

Mesmo que você e seu "amigo colorido", namorado, noivo ou, pasme, marido, estejam em um restaurante diferente do que vocês estão acostumados a ir, em outra cidade, país ou planeta, não seria mera coincidência encontrá-la na mesa ao lado, louca para apagar as velas do seu jantar ou cuspir no seu prato enquanto vocês dois se beijam.

Ex-namoradas, popularmente conhecidas por "ex", são uma raça sem perigo de extinção. Seu habitat natural varia de acordo com o habitat no "ex" macho e se alimenta de fofocas e intrigas, e suas principais atividades são perseguição (de carro ou táxi), investigação da vida alheia e, principalmente, atazanar a vida das namoradas atuais.

O problema das ex-namoradas só tem uma solução a longo prazo: um namorado novo.

Até lá, as "atuais" precisam de uma paciência de ouro, muito jogo de cintura e desenvoltura para lidar com certas situações que só as "ex" sabem criar.

Mas não se preocupe, o seu dia dos namorados não está totalmente perdido, afinal, quem sabe o clima de corações e balõezinhos coloridos inspire o cupido da "ex" a mandar algumas flechadas em direção à ela.