sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Muita calma nessa hora!


Ok, tive um acesso de raiva, mas já passou!
Apesar do stress, os dias têm sido bons. O Bruno voltou pra Campinas e estamos aproveitando enquanto temos tempo livre da faculdade (ou seja, dormimos e comemos o dia todo).

Estou tentando vender a minha camerona monster para comprar uma pequena e, quem sabe, um violão novo... A linha profissional da Di Giorgio tá bem salgadinha, mas vale pelo prazer das cordas deslizando no braço macio.

Tenho um Eagle e, apesar de gostar muito dele, nada se compara a um Di Giorgio.

Tive o prazer de ter 3: O primeiro, que me acompanhou desde a infância até meus 16 anos, foi meu amor maior. Morreu aos 25 anos por causa de uma faxineira sem noção.

O segundo ganhei por causa do braço partido do primeiro. Tenho ele até hoje.

O terceiro era do meu avô, mas como ficou muito tempo encostado e provavelmente sofreu algumas quedas, não tinha luthier que pudesse consertar a ação do tempo. Acabei doando para o jardineiro (que adorou, claro!)

Na foto do lado, estou com meu primeiro violão, aos 5 anos (com cabelo pigmaleão, camiseta e calcinha, sem dentes!!!). Só aprendi a tocar com 12, mas desde que me conheço por gente que costumava zanzar com ele pra tudo que é canto.

Uma coisa de que eu sempre gostei é o barulho dos dedos ao arrastarem-se pelas cordas. Eu ficava horas passando os dedos para ouvir o arranhadinho... Tem muito violonista que acha esse barulho um horror, e para os eruditos é até uma gafe fazê-lo ao tocar uma peça, mas eu ADORO!

Enfim, quero um violãozinho novo. Nylon.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

É isso...

... mais uma vez as coisas não estão saindo do jeito que deveriam.

A cada dia que passa tenho menos vontade de viver nesse país. Espero que ano que vem eu consiga mesmo fazer meu mestrado em Berkeley e começar a criar vínculos por lá.

Minha família nunca deveria ter voltado ao Brasil...

Saudades da Telegraph Avenue. I'll be back soon :)

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Eles vêm aí!

Eu e o Bruno compramos nesse final de semana os ingressos pro show do Opeth! Não conheço muito, apesar de ter amigos que curtem pra caralho e ter passado grande parte da minha adolescência com o Miguel falando a respeito da banda.

Enfim, nós vamos!
O último show que vimos juntos foi do Grave Digger, em julho do ano passado!!! Tínhamos acabado de assumir o namoro.

Bonito, né?

Quem sabe nesse a gente assume o casamento?

(BRINKS, TUTU!)

Fica aqui o meu protesto pelo Opeth não tocar Coil.

EU QUERO OUVIR O ARRANHADO DO VIOLÃO!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

E tudo melhora

Com o tempo as coisas ficam bobas e é nisso em que eu me apego.
Não, a fase ruim ainda não passou, mas está melhorando e a cada dia consigo superá-la mais e mais, afinal, não posso viver na fossa eternamente.

Ontem o Bruno veio pra Campinas e junto com o Mancada fomos pra Pucc resolver pepinos.

Foi rápido, mas foi agradável.

Amanhã vou ter mais Bruno.

Por enquanto fico aqui com a Carla Bruni :)

É, as férias estão acabando e, consequentemente, a minha vida de universitária também. Quero fazer meu TCC logo!!!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Blue

Que dia horrível que estou tendo.
Minha conjuntivite está muito dolorida e meus olhos inchados, então não posso usar lentes de contato. Coloquei meu óculos antigo e estou enxergando mal, pois o grau da lente não tá em dia.

Fui para o centro buscar meus documentos novos, já que os velhos foram-se com minha bolsa e minha câmera digital no assalto. Gastei uma fortuna e meus pais não vão me ajudar a pagar.

O engraçado é que o valor para a segunda via dos documentos é muito próximo do que eu gastei do vale alimentação do meu irmão com comida para nós dois (e é claro que meus pais já pagaram a diferença do V.A)

É foda estar sem emprego e não poder contar nem com a própria família.

Madrugada

Essa foto é velha, deve ser de 2005, na época que eu e o John éramos inseparáveis, mesmo depois do final do namoro de 2 anos e meio.

Agora que eu já dei uma amadurecida e não sinto pontas de ciúmes, ele é meu guru da guitarra, conselheiro de assuntos diversos e compadre de conversas nerds e moderninhas de internet.

Como diriam Rui e Vani: Life is crazy :D

Enquanto isso, fico na contagem regressiva pro Bruno voltar a trabalhar. Eu sei, é maldade, afinal ele merece férias, mas eu sinto muito a falta dele.

Mulher é um animalzinho muito retardado!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Quote

William Wallace: I'm dreaming.
Murron: Yes, you are. And you must wake.
William Wallace: [pause] I don't want to wake. I want to stay here with you.

Tem dias que eu preciso disso. Ultimamente tenho precisado muito.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Trains



I'm dying of love
it's ok

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Peur

Todos nós temos dramas pessoais, de primeira grandeza aos nossos olhos, pois nos afetam diretamente, mas que à luz da órbita alheia são apenas calcário a ser varrido para além da varanda.

Quero vomitar os problemas.

And the grass is greener on the other side... always.

Isso é uma vergonha!

Batom vermelho sem moderação

Cantar bem desafinado

Dancinhas insinuantes

Fotologers/Bloggers que fazem textos enormes, cheios de erros de português e metáforas clichês

Decotes inconvenientes

Prostituição ideológica

Abuso de línguas estrangeiras de maneira incorreta

Mentiras deslavadas

Silicone e plástica no nariz

"Rockeiros" e "metaleiros"

Petistas

Micaretas

Pseudo-cinéfilos hollywoodianos

Flacidez

Maysa Monjardim

Não sou muito de minisséries, pois não tenho paciência para elas, mas essa me conquistou.

Eu só conhecia a Maysa por causa de Ne me quittes pas... eu lembro da minha mãe dizer que achava que eu tinha o temperamento parecido com o dela (por causa das mudanças repentinas de humor e acidez), mas nunca pensei em ir atrás da história da mulher... Só sabia que ela foi uma porra louca, não sabia porque.

Vale muito a pena assistir, porque além da qualidade da imagem ser ótima, a trilha maravilhosa e a atriz ser a cara da Maysa "original", a história dessa mulher é demais!

Adorei!

Ela é tudo de bom: Tinha uma voz linda, um charme inigualável, personalidade forte, arrogância ora comedida (ou não) e ainda falava francês e inglês.

AHAZA MAYSA!

Esse vídeo é de Ne me quittes pas.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Posso até me arrepender de fazer essa comparação, mas às vezes me sinto como aquela música do Raul Seixas, Ouro de tolo, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar. Como se a minha vida dependesse da agenda de outras pessoas pra poder seguir em frente: namorado, amigos, psicóloga, família...

Esses dias mesmo eu estava querendo ficar uns dias fora e fui surpreendida pela indagação "mas você não vai ficar aqui tomando conta da casa até nós voltarmos?". Desde que me conheço por gente que eu sou a pessoa que toma conta da casa enquanto todos viajam... porque eu não posso viajar também?

Nesse caso não há negociação: a condição é cravada.

Então eu ligo para alguém para fazer alguma coisa além de ficar olhando os buracos na parede e ela me diz que vai viajar, mas que quando voltar nós fazemos alguma coisa.

E assim vai.

Eu realmente preciso de dinheiro, um emprego de verdade, para poder fugir comigo mesma da rotina dos outros. Quero poder negar e fazer pouco caso... acordar com um ar nouvelle vague e dizer a todos que não posso nada porque estou com enxaqueca, quando na verdade estou cansada da cara de todo mundo.
Quero poder dispensar as pessoas porque sou ocupada demais, e depois disso sentar à mesa e tomar café até meio-dia, depois vou dormir até as 14 horas.
Coisas do gênero.

DND

Enviei currículos para o shopping. Eu sei que é o fim da picada procurar emprego em loja quando se está quase no final da sua segunda faculdade, mas preciso de dinheiro (e isso é, de fato, bem triste).
Além disso, quero me manter ocupada.
Torçam aí :)

Reforma Ortográfica

Não tem coisa mais imbecil do que essa reforma ridícula.
Agora ditongos em paroxítonas não têm mais acento, trema e, o pior de todos, NÃO EXISTE MAIS ACENTO DIFERENCIAL.

Porra, como que vão cortar os acentos diferenciais?
Tem/têm, vem/vêm, pode/pôde... agora é tudo igual.

Um absurdo!

Isso sem contar a mudança nos hífens... affe!

Infelizmente terei que me aderir à nova ortografia, afinal, serei jornalista num futuro muito breve, mas no meu íntimo, nunca irei escrever desse jeito imbecil e pobre.

Integração das línguas?

Pode enfiar no rabo!

Como diz a campanha contra a reforma: NUNCA VOU TER UMA IDÉIA SEM ACENTO!

Empobreceram o português :(

Billie


A rainha.
Fica a dica :)

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Agora vai!

3 ensaios numa semana é muita coisa pra uma banda que mal ensaiava (e mesmo assim continuava sensacional, hehehe).

Parece que agora a coisa vai: Eu na guitarra segurando a onda com a Karina e mais uma guitarrista parece que vai entrar. Porra, imagina o peso de 3 guitarras!

Quem precisa de baixista?
A verdade é que tá foda de encontrar alguma que toque bem e que seja ponta firme. Todas, até agora, falaram que queriam tocar com a gente e depois deram algum balão. Porra galera, o nosso som nem é tão difícil de tocar (ou difícil de tocar what so ever!).

Quinta tem mais um ensaio!
Oba!!!

P.S: Conteúdo da foto: Um case de madeira e couro com uma LTD Viper 100 (Max Cavalera style) dentro, um amp Meteoro, uma mochila com um mic LeSom, 4 cabos, um jackhammer e um afinador TU da Behringer, letras de música e mais um pedestal que já estava no porta malas. Tava pesado :(

domingo, 4 de janeiro de 2009

Uma questão de pau (ou não)

Eu gostaria de ter sido uma feminista, daquelas bem fervorosas e engajadas, conhecedoras de toda história do movimento e completamente frígidas.

Infelizmente não sou nada disso, mas me incomodo muito com certas atitudes dos homens e das próprias mulheres.

Acho que deveria existir o movimento anti-vagabunda, mesmo indo contra todo aquele bla bla bla de livre arbítrio e o caralho. Tudo bem, a mulher pode ser a maior vadia se quiser, mas isso é tão desprezível. O engraçado é que parece que as pessoas se acostumaram com essa fuckery... então porque as garotas de programa são condenadas socialmente?

Poxa, elas estão lá trabalhando! Vagaba é vagaba por tesão individual, realização pessoal... Que coisa mais feia. Quer passar numa matéria na faculdade na qual você vai pegar DP com certeza? Põe um decotão, uma saia enfiada no rabo... se o professor tiver a cabeça do pau maior que o cérebro, possivelmente pode funcionar.
E aquela vaga concorridíssima na empresa? Dá-lhe sofá!
E o bonitão da bala chita que todo mundo quer pegar (inclusive suas amigas)? Mete a espanhola!

É fácil, e é por essas razões e outras que mulheres menos dadas - como eu e algumas das minhas leitoras/amigas - sofremos com homens que se acham no direito de mexerem com a gente na rua, mesmo se nós estivermos de burca, ou então sugerir algo a mais quando, na verdade, a situação tá mais pra menos.

Mas quer saber?
FODA-SE!
De que adianta queimar sutiã se vagina é vagina e buceta é buceta desde o início dos tempos? Amor e sexo sempre vão existir, em conjunto ou não... Cada um sabe como usá-los. O negócio só complica se os usarem de maneira que me afete... aí já são outros 500.
Não uso nada além do meu cérebro pra me promover, mas se você gosta de mostrar o cu e tremer a teta, o azar é só seu e de quem te come, que já deveria ter sido extinto há tempos, segundo o darwinismo!

(Fica aí o meu manifesto)

Primeiro ensaio do ano!

E eu vou ter que tocar guitarra! Eu fiquei até agora tirando as músicas, se não a Karina fica brava, hahaha.

Vamos ver se alguma fica legal mesmo sem baixo, quem sabe até role um videozinho.

Tá foda, precisamos de uma baixista urgente!

ALL ABOOOOOOOOOOOOOOOOOOOARD!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Ano novo...

... vida nova? Por que?!

Não acredito que a mudança do número do calendário vai me influenciar diretamente. As mudanças são intrínsecas ao ser humano, não à uma contagem ideológica.

Temos o Ano Novo Chinês, o Rosh Hashaná dos judeus e ainda assim achamos que nosso overrated 31 de dezembro de qualquer ano vai mudar alguma coisa na nossa vida.

Faz tempo que deixei de fazer promessas para o ano que está por vir, já que posso substituí-lo por uma segunda-feira, uma quarta-feira, fevereiro, abril...

Na verdade, o que queremos é uma desculpa para agirmos como bem entendemos, para emagrecermos, arrumarmos marido, passar no vestibular, visitar os pais, o que acaba tornando-se estupidez, já que para tanto, precisamos apenas do advento da vontade.

Talvez - e isso é minha conclusão pessoal - criamos desculpas porque, no fundo, não queremos fazer nada disso, e por isso nos forçamos.

Não é a virada do ano que vai fazer milagres por nós.

Uma pena.

De qualquer maneira, se ano novo é vida nova, prefiro estar no ano velho.


P.S: Não fumo.